Analysis of the curricular proposal by human formation cycle at the José Francisco Nunes municipal school in Irecê – BA
DOI:
https://doi.org/10.35355/revistafenix.v23i1.1581Keywords:
Rural Education, Integral Education, Curriculum, Human Training CycleAbstract
This research analyzes the curricular proposal for the Human Formation Cycle in the implementation of Comprehensive and Integrated Education at the José Francisco Nunes rural school in the municipality of Irecê, Bahia. The methodology used was a qualitative approach of a descriptive, bibliographical and documentary nature. The themes discussed in this article are of fundamental importance based on the understanding of the aspects that guide Comprehensive and Integrated Education, the Cycle curricular proposal and Education of/in the Countryside.
Downloads
References
ALAVARSE, Ocimar Munhoz. A organização do ensino fundamental em ciclos: algumas questões. In: Revista Brasileira de Educação, p. 35-50, abril 2009 DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-24782009000100004
ARROYO, M. G. Organizações escolares flexíveis: Os Ciclos de Formação Parte de um diálogo realizado entre o professor Miguel Arroyo e a profa. Eustáquia, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, em 2003.
BATISTA, Ozaias Antonio; EUCLIDES, Maria Simone. Os sujeitos da educação do campo e a questão do (re)conhecimento. In: Alexandre Leite dos Santos Silva; Juliana do Nascimento Bendini; Melise Pessoa Araújo Meireles; Michelli Ferreira dos Santos (organização). Educação do campo: sujeitos, saberes e reflexões – EDUFPI, Picos, 2020
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Brasília: Senado Federal, 198
________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB. 9394/1996.
CALDART, Roseli Salete. A educação do campo e a perspectiva de transformação da forma escolar. In: Munarim, A. et al. (org.). Educação do campo: reflexões e perspectivas. Florianópolis: Insular, 2010.
_____________________. Educação do campo: notas para uma análise de percurso. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 7 n. 1, p. 35-64, mar./jun.2009 DOI: https://doi.org/10.1590/S1981-77462009000100003
___________________. Pedagogia do Movimento Sem-Terra. São Paulo: Expressão Popular. 2004a. p.315 – 405.
____________________. Elementos para construção do projeto político e pedagógico da Educação do Campo. In: Trabalho Necessário, ano 2, n. 2, 2004b, p. 1-16.
CARVALHO, Maria Inez. O a-con-tecer de uma formação. p. 159-168. Revista da FAEEBA-Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 17, n. 29, jan./jun. 2008.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1999.
CHESNAIS, F. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996.
FREITAS, Cláudia Glênia de. Uma abordagem teórica sobre a globalização e o estado nação. In: Revista Mosaico, v. 7, n. 2, p. 209-220, jul./dez. 2014.
FREITAS, Luiz Carlos. Ciclo ou séries? O que muda quando se altera a forma de organizar os tempos-espaços da escola. In: 27ª. Reunião Anual da ANPEd, Caxambu , MG, 2005.
HENRIQUES Ricardo; MARANGON Antonio; DELAMORA Michiele; CHAMUSCA Adelaide. “Educação do Campo: diferenças mudando paradigmas”. In: cadernos SECAD. Brasília – DF, março de 2007.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Nota técnica: índice de desenvolvimento da educação básica-Ideb. Brasília, 2021.
IRECÊ. Referencial Curricular por Ciclo de Formação Humana para a Rede Municipal de Educação de Irecê. Irecê: [s. n.] , 2020.
IRECÊ, Rede Municipal de Educação. Projeto Escola em Tempo Integral. Irecê, 2016a.
______________________________. Plano de Implementação da Proposta Curricular para o Município de Irecê, 2016b.
JOHNSON, Steven. Emergência: a vida integrada de formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
KRUG, Andréa. Ciclos de Formação. Rio Grande do Sul, 2006
MACHADO, Luane C. A. Da Educação Rural à Educação do Campo: conceituação e problematização. Formação de professores: contextos, sentidos e práticas. XIII CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, p. 18.322-18.331, 2017. Disponível em: https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/25113_12116.pdf. Acesso em: 29 ago. 2024.
MAINARDES, Jefferson. A organização da escolaridade em ciclos e as políticas de currículo. Revista e-curriculum, São Paulo, v.7 n.1 Abril/2011 Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum, acessado em: 06/01/2014
____________________. A organização da escolaridade em ciclos: ainda um desafio para os sistemas de ensino. In: Franco, Creso (org.). Avaliação, ciclos e promoção na educação. Porto Alegre: Artmed, p. 35-68, 2001.
PALANGANA, I.C. Desenvolvimento e aprendizagem em Piaget e Vygotsky (A construção do social). São Paulo: Plexus, 1994.
PINOTT, José Aristodemo. Tempo integral: uma necessidade urgente no ensino público. Revista de Cultura do IMAE, São Paulo, v. 6, n. 15, p. 41-47, 2006.
SILVA, Cledson de Souza. Agroecologia como ferramenta de Educação Ambiental na Educação Básica, no município de Irecê-BA. In: Revista Sertão Sustentável. Volume 6, Número 1, 1-4, Jan-Jun 2024.
SILVA, Renato da. Cibercultura, educação e linguagem: interfaces interdisciplinares de formação humana. In: Desafios da práxis educacional: interdisciplinaridade, estética e ética / Cristina Novikoff, Mírian Paura S. Z. Grispun, Robson Dutra, (organização). – Salvador : Editora Pontocom, p. 241-262, 2013.
SHE, L. H. N.; GOUVEIA, M. J. A.; FERREIRA, S. S. Educação integral e intersetorialidade. Salto para o futuro, ano XIX, n. 13, p. 5-9, out. 2009.
TEIXEIRA, Anísio. Educação não é privilégio. Rio de Janeiro: UFRJ, 2007.
THUROW, L. C. O Futuro do capitalismo. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.
WERTHEIN, Jorge. “A sociedade da informação e seus desafios”. Ci. Inf., Brasília, v. 29, n. 2, p. 71-77, maio/ago. 2000. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-19652000000200009
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Fênix - Revista de História e Estudos Culturais

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Direitos Autorais para artigos publicados neste periódico são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista, com o trabalho licenciado simultaneamente sob uma licença Creative Commons (CC BY-NC-ND 4.0). Em virtude de os artigos serem publicados nesta revista de acesso público, eles são de uso gratuito, com atribuições próprias, não-comerciais.












